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janeiro 20, 2022 Cuidando Bem de Você

Desde 2020, a pandemia da COVID-19 têm introduzido novos comportamentos à rotina das pessoas. O distanciamento social e o isolamento, por exemplo, são alguns dos hábitos que afetaram intensamente o equilíbrio emocional de inúmeros pacientes ao redor do mundo. Diante deste cenário, vem à tona um importante questionamento: como anda a sua saúde mental?

Seguindo os passos do Outubro Rosa, o Janeiro Branco busca conscientizar a população sobre problemas de origem psicológica. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil conta, atualmente, com cerca de 18,6 milhões de pessoas vivendo com transtornos de ansiedade, o que representa 9,3% da população.

O autocuidado aparece, então, como a melhor alternativa na prevenção e no combate de condições como a depressão. Mas, afinal, quais atitudes podem fazer a diferença na construção de uma vida mais leve?

Saúde mental na prática: ações para contemplar no seu dia a dia

A iniciativa do Janeiro Branco propõe um novo olhar sobre as nossas relações, pensamentos e propósitos. Mas, para além do autoconhecimento, existem ações que contribuem diretamente para uma saúde mental harmoniosa. Conheça algumas delas:

1. Pratique exercícios físicos: atividades esportivas ou mais independentes, como corridas, auxiliam na oxigenação do cérebro e estimulam a produção de substâncias como a endorfina, responsável pela sensação de bem-estar;

2. Escolha melhor os alimentos: uma dieta rica, bem distribuída e balanceada mantém o seu corpo no lugar certo. Por isso, pratos com grãos, frutas, verduras e leguminosas devem sempre estar presentes nas refeições;

3. Procure um profissional: iniciar o processo de terapia é um grande avanço na busca por mais plenitude, pois as visitas periódicas ao psicólogo são uma ótima forma de trabalhar o seu estado interior.

A relação entre ansiedade e doenças cardiovasculares

Hoje, a ciência já tem a certeza: coração e mente pulsam juntos. Apesar da hipertensão e da obesidade serem inimigas declaradas do sistema circulatório, estudos têm comprovado o surgimento de um novo fator de risco: a ansiedade. Caracterizado por sintomas como medo, angústia e inquietação, esse problema também deixa marcas físicas nos pacientes.

Isso acontece porque episódios agudos de ansiedade provocam no organismo descargas de adrenalina e cortisol, normais a momentos de tensão. O excesso desses hormônios, no entanto, promove o surgimento da taquicardia e o aumento significativo da pressão sanguínea, facilitando a ocorrência de AVCs e infartos.

Portanto, caso você desenvolva algum quadro de ansiedade, lembre-se de contar também com as orientações e o suporte de um cardiologista especializado. Afinal, quanto mais cuidado, melhor. Proteja-se!




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