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26 de abril é o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, instituído pela Lei nº 10.439/2002. Seu objetivo é conscientizar a população em relação aos perigos dessa doença. O cardiologista Dr. Ítalo Kumamoto, Diretor do Memorial, chama atenção para os números da hipertensão no Brasil: “Segundo dados da SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia), cerca de 33% da população adulta sofre de pressão alta, somando em média 38 milhões de brasileiros”. Ele ressalta que, desses, apenas 50% estão tomando algum medicamento para controlar o problema e, que, ao observar a quantidade de pacientes que estão efetivamente controlando a doença, a estatística chega a 15%.

Esses dados chamam atenção e mostram a impotência da conscientização da população para a prevenção da hipertensão. O cardiologista explica que ela age muitas vezes de forma silenciosa e vai enrijecendo as artérias, levando a um estreitamento das paredes desses vasos. As causas podem ser diversas: fatores genético, sedentarismo, consumo abusivo de sal, tabagismo, sobrepeso, stress, diabetes mellitus, consumo de bebidas alcoólicas e até pelo uso contínuo de alguns medicamentos. “É preciso ficar alerta pois, ela pode causar diversas doenças como: Infarto no miocárdio, acidente vascular cerebral, insuficiência renal, aneurisma e doenças microvasculares que atingem principalmente o cérebro levando mais precocemente a doença de Alzheimer, enfatiza.

É necessário estar sempre verificando a pressão, uma vez que o limite máximo dela em repouso é de 13 por 8. Para valores acima destes números, o indivíduo é considerado hipertenso. Segundo o Dr. Ítalo, dores de cabeça ou torácicas, visão com pontos brilhantes, dificuldade para respirar e tonturas são os sintomas mais frequentes da hipertensão. Ele recomenda a ida ao médico regular, exames de rotina, a prática de esportes, ter uma alimentação saudável e buscar o equilíbrio mental.

A nutricionista Daniela Kumamoto aconselha que a “dieta [na hipertensão] deve enfatizar o consumo de frutas, hortaliças e laticínios com baixo teor de gordura; incluir a ingestão de cereais integrais, frango, peixe, leguminosas, vegetais, frutas e oleaginosas faz a diferença, porque são ricos em fibras, minerais, como cálcio e potássio, e antioxidantes. Todos nutrientes que melhoram a circulação do sangue, ajudando a baixar e regular a pressão arterial.”

Ela também afirma que é importante diminuir a ingestão de industrializados, como refrigerantes e fast food. Do mesmo jeito, alimentos ricos em gordura saturada e sódio, como carne vermelha, linguiça, charque, bacon, entre outros, podem favorecer o aumento dos níveis da pressão arterial, facilitando a formação de placas de gordura nas artérias.

Lembre-se prevenir é sempre o melhor caminho. Por isso, siga essas dicas à risca e veja sua saúde bater mais forte.

Gostou do texto? Continue a sua leitura conferindo a nossa última matéria, que abordou o modelo de gestão itinerante adotado no nosso hospital. Siga o Memorial no Instagram e acompanhe todas as novidades em primeira mão.



janeiro 20, 2022 Cuidando Bem de Você

Desde 2020, a pandemia da COVID-19 têm introduzido novos comportamentos à rotina das pessoas. O distanciamento social e o isolamento, por exemplo, são alguns dos hábitos que afetaram intensamente o equilíbrio emocional de inúmeros pacientes ao redor do mundo. Diante deste cenário, vem à tona um importante questionamento: como anda a sua saúde mental?

Seguindo os passos do Outubro Rosa, o Janeiro Branco busca conscientizar a população sobre problemas de origem psicológica. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil conta, atualmente, com cerca de 18,6 milhões de pessoas vivendo com transtornos de ansiedade, o que representa 9,3% da população.

O autocuidado aparece, então, como a melhor alternativa na prevenção e no combate de condições como a depressão. Mas, afinal, quais atitudes podem fazer a diferença na construção de uma vida mais leve?

Saúde mental na prática: ações para contemplar no seu dia a dia

A iniciativa do Janeiro Branco propõe um novo olhar sobre as nossas relações, pensamentos e propósitos. Mas, para além do autoconhecimento, existem ações que contribuem diretamente para uma saúde mental harmoniosa. Conheça algumas delas:

1. Pratique exercícios físicos: atividades esportivas ou mais independentes, como corridas, auxiliam na oxigenação do cérebro e estimulam a produção de substâncias como a endorfina, responsável pela sensação de bem-estar;

2. Escolha melhor os alimentos: uma dieta rica, bem distribuída e balanceada mantém o seu corpo no lugar certo. Por isso, pratos com grãos, frutas, verduras e leguminosas devem sempre estar presentes nas refeições;

3. Procure um profissional: iniciar o processo de terapia é um grande avanço na busca por mais plenitude, pois as visitas periódicas ao psicólogo são uma ótima forma de trabalhar o seu estado interior.

A relação entre ansiedade e doenças cardiovasculares

Hoje, a ciência já tem a certeza: coração e mente pulsam juntos. Apesar da hipertensão e da obesidade serem inimigas declaradas do sistema circulatório, estudos têm comprovado o surgimento de um novo fator de risco: a ansiedade. Caracterizado por sintomas como medo, angústia e inquietação, esse problema também deixa marcas físicas nos pacientes.

Isso acontece porque episódios agudos de ansiedade provocam no organismo descargas de adrenalina e cortisol, normais a momentos de tensão. O excesso desses hormônios, no entanto, promove o surgimento da taquicardia e o aumento significativo da pressão sanguínea, facilitando a ocorrência de AVCs e infartos.

Portanto, caso você desenvolva algum quadro de ansiedade, lembre-se de contar também com as orientações e o suporte de um cardiologista especializado. Afinal, quanto mais cuidado, melhor. Proteja-se!




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